(por Marcelo Tripoli, via UoD)Estou participando do WOMM-U, o congresso anual promovido pela Word of Mouth Marketing Association (Womma)O evento reúne durante 2 dias marqueteiros e publicitários de grandes empresas como Unilever, Dell, Apple e Disney. As apresentações trazem para mesa um tema presente na pauta dos gestores de marketing dos quatro cantos do planeta: Como uma marca pode atingir seus objetivos utilizando ferramentas de marketing boca-a-boca.Me surpreendeu o formato do evento. Existem poucas sessões gerais (as famosas keynote sessions). A maior parte das atividades acontecem em mesas redondas aonde até 12 profissionais orientados por um moderador colocam um tema para discussão e todos são convidados a interagir. Na foto você confere uma destas mesas em ação. Em breve irei compartilhar as principais idéias que estão rolando por aqui.
Arquivo para updates sobre 'Insight'
(Por Paula Rizzo, via UoD)
Duas ótimas fontes de inspiração e tendências trazem este mês como tema principal “o poder do grátis na nova economia”.A primeira delas é o site Trendwatching.com, que traz no seu “briefing” de março uma análise interessante sobre como diferentes empresas estão usando este conceito para gerar proximidade e alavancar os seus negócios (leiam aqui).
A segunda é a revista Wired que, nesta última edição traz o tema na capa. Para quem não sabe, Chris Anderson, editor da revista, está lançando um livro com este assunto. Ótimas leituras. Divirtam-se !
O legal é que em ambos os casos, não se fica apenas no discurso. Há uma prática do grátis também. O Trendwatching fez uma ação entre seus leitores e estará dando (grátis!) 5 MacBooks Air a quem ajudar a divulgar o briefing entre os amigos usando este link aqui. Os MacBooks serão despachados a qualquer lugar do globo e quanto mais indicações, mais chances de ganhar. Já a Wired dá um preview do livro. E os 10 mil primeiros que preencherem este formulário ganham a revista.
Chris Anderson estará no Brasil em Junho para o Fórum Mundial de Marketing e Vendas.
A edição de estréia do Salão Internacional de Humor de Campos, no Rio de Janeiro, que teve como tema “O fim da água potável no mundo” já definiu os premiados. Dentre mais de 800 trabalhos, o brasileiro Eduardo dos Reis Evangelista (Duke), foi o vencedor com esse cartum muito legal aí do lado. O segundo lugar ficou com o Beto (esse) e o terceiro com o espanhol David Vela (esse).
Mais informações aqui.
Henrik Veijgaard, autor do livro ”Anatomy of trend”, fala sobre a diferença entre trend e fad (modismo), e as características-chave das tendências e dos “trend-setters” .
Clique aqui para ler matéria na Business Week:
(por Walter Longo, direto da California, via UoD!)
Yvon Chouinard é o fundador da famosa marca Patagonia e foi entrevistado por Tom Brokaw (NBC), revelando-se uma personalidade carismática e totalmente diferente da fauna presente ao Zeitgeist’07. Yvon não usa celular, não sabe o que é um Blackberry e jamais colocou a mão num teclado de computador. Apesar disso, sua empresa é hoje uma das gigantes do comércio eletrônico. Para quem começou vendendo produtos de montanhismo por catálogo na década de 50, trata-se de um exemplo de crescimento e evolução empresarial. Apesar disso, sua visão particular do mundo é digna de destaque. Para Yvon, quem não suja as mãos não muda o mundo. Pessoas que escalam uma montanha rodeados de assistentes e GPSs sobem idiotas e descem igualmente idiotas. Ele dirige sua vida em direção à simplicidade e não à complexidade. Acha que o mundo está homogeneizado e que como raça estamos a caminho da extinção. Apesar do pessimismo, é um sujeito alegre e bem humorado, cheio de vida e com um mantra único: “Eat locally, drink globally”. Yvon acredita que um produto é mais sofisticado quanto mais se retira dele, e não quanto mais se coloca ou adiciona. Quando lançou a linha Capilene, o produto chegou às lojas sem embalagem nenhuma contrariando a recomendação de toda sua área de marketing. As vendas superaram a previsão em 40%. Apesar de sua aversão à tecnologia, Yvon Choinard é um visionário das novas tendências da produção e do consumo.
(post de Walter Longo, direto da California, via UoD!)
O Google não é apenas uma empresa, é uma filosofia, um estado de espírito, uma cultura extremamente definida. E faz parte dessa cultura a valorização do orgânico e dos produtos naturais. Por isso, espalhado por todo o campus existem mini-plantações como esta onde se cultiva verduras sem agrotóxico que são utilizadas nos vários restaurantes dos colaboradores. Num ambiente tão tecnológico, é interessante perceber o outro lado da moeda cultural dessa organização.
(por Walter Longo, direto da California, via UoD!)
Esta foto foi tirada na terça-feira, às 2 e meia da tarde. São funcionários do Google jogando vôlei de praia na sede da empresa, bem embaixo da janela do Eric Schimidt, CEO. Enquanto isso, as ações da companhia chegaram ao valor recorde de 615 dólares! Acho que esse é mais um exemplo de que precisamos repensar todos os manuais de produtividade e gestão de recursos humanos…
Toda parafernália web 2.0 começa discreta e lentamente a servir um propósito bem mais nobre: ensinar. Até hoje, sites como YouTube, Flickr, Orkut entre outros eram basicamente recheados por entretenimento. Mas aos poucos o conteúdo mais educativo vai marcando presença. Ninguém duvida do potencial educativo da internet, mas simplesmente disponibilizar uma conexão/informação equivale a abrir as portas de uma biblioteca e dizer: “se vira”.
Algumas das Universidades mais famosas dos Estados Unidos estão preparando comunidades próprias no YouTube, com aulas, eventos e palestras de grandes convidados, que ficam a disposição não só dos alunos (que podem assistir uma aula quantas vezes quiserem) como também dos internautas como você e eu, quem podem frequentar uma Berkeley sem sair de casa.
Abaixo, por exemplo, a velhinha professora é Marian Diamond (e eu devo estar cometendo um pecado mortal chamando uma provável phd de velhinha) e a aula é uma das 39 disponíveis sobre Biologia Integrativa (pelo amor de Deus, não é para assistir tudo, tem 47 minutos. É só pra dar um clima).
Outros videos, menos específicos, podem e devem agradar o internauta padrão, como o de Sergey Brin do Google falando sobre search Engines.
Barbara Kennington é uma das maiores especialistas em tendências na indústria da moda (Worth Global Style Network/UK), e defendeu ontem no Maximidia a importância das pesquisas para leituras mais precisas sobre o que realmente influencia os consumidores. Finalmente! Nós, do Updaters, fazemos coro e batemos palma, já que não banalizamos termos e não somos um blog de “tendências” mas sim, de inovação. Avaliação de tendências pede dados quantitativos, o que parece ser ignorado por 9 entre 10 moderninhos que se apoderam do termo indevidamente.
Ouça o que Barbara tem a dizer:
[via]
Ultimamente ando fascinando por aprendizado visual, um método com várias ramificações que vão dos infográficos em revistas (que você lê antes da matéria que eu sei) até processos colaborativos onde as imagens aceleram e universalizam as participações. Neste post, uma ilustração de David Gray, fundador da X-Plane (ele fazia os infográficos da Businness 2.0) sobre um tema interessante: a abordagem generalista e especialista na solução de problemas. A imagem, apesar de óbvia, solidifica as diferenças no cérebro. Clique na imagem para ampliar (não é muito grande, mas faça um esforço pra ler, vale a pena)
Toda a discusão em torno do tema é qual a melhor abordagem e se as duas podem fazer parte de um mesmo processo, em momentos distintos. Se imaginarmos setores como a medicina, o tema fica ainda mais envolvente. Outro aspecto interessante é que não há glamour no generalismo, enquanto o especilista se entope de prêmios e condecorações. E você o que acha? O que vale mais hoje em dia? Ser um generalista ou um especialista?

