Piggy Bank, o cofrinho
Até pouco tempo atrás, antes de virar uma pequenina parte exposta da anatomia humana, “cofrinho” era sinônimo de um porquinho onde se juntavam moedas.
Popular entre as crianças, era através dos pequenos suínos de cerâmica que se aprendiam os primeiros princípios da economia.
E uma vez decidido pela rapa total, só sobrava uma única e dramática opção: espatifar o porquinho no chão em um belo simbolismo de que realmente não se pode ter tudo.
Também é dessa época a famosa enfiada de faca pelo vãozinho, um jeito de se gastar um pouquinho, sem o peso na consciência. Uma espécie de cartão de crédito.
Hoje o porquinho serve não apenas para poupar, mas também para fazer dinheiro, já que é produzido e vendido artesanalmente em centenas de versões. Algumas você confere aqui, nesse exótico set de Piggy Banks no Flickr.
Save or die.