Audiolivros: consuma informação de forma ecológica
Hoje de manhã li algumas dicas interessantes do blog do Steve Rubel para consumir informação e colaborar com o meio ambiente. A que mais me chamou a atenção foi o uso dos audiobooks (livros em áudio). Rubel comenta que lê em média uns 50 livros por ano, e tem feito uma troca gradual para os audiobooks que ele compra na Audible.com ou via loja do iTunes. E ouve os livros no seu iPod ou outro MP3 player.
Não sei se você notou, mas o índice de audiobooks nas livrarias já não é tão pequeno quanto antes. Os ‘livros falados’ estão ficando famosos por vários fatores:
- Não dá pra carregar todos os livros que queremos ler na bolsa ou na mochila. Vários audiobooks em MP3 resolvem isso.
- Áudio é garantia de acessibilidade para quem tem deficiência visual.
- Praticidade: dá pra ouvir em qualquer lugar a qualquer momento.
- Dimunição do consumo de papel pra tanto calhamaço de livro.
Parece um exagero este último fator, mas levemos em conta que cada vez mais o formato digital está no nosso cotidiano para a diminuição do consumo de recursos naturais. E independente do formato saboroso da leitura de livros (que nunca vai sair de moda), o audiobook é apenas uma opção, e não a substituição.
Lá fora o uso do audiobook é mais difundido. Mas aqui no Brasil alguns bestsellers já tem sua versão em áudio, como O Monge e o Executivo e O Caçador de Pipas. E no blog FalaBonito tem uma coleção de audiolivros bacanas em português.
November 8th, 2007 at 8:48 am
Audio Books são o máximo: práticos, muitos na própria voz do autor e uma das melhores formas de expandir seu vocabulário na língua inglesa. Em português começam a surgir bons títulos, finalmente. Recomendo a coleção completa de Rubem Alves, narrado pelo próprio, que inclusive usei em uma sessão que fiz com algumas pessoas do Banco Real. Outra excelente alternativa são os podcasts as “Audio Revistas”. Meu iPod tá lotado.