Estudo promovido pela Basex e destaque do Wall Street Journal e NY times: Information Overload. Foram instalados tracking softwares em 40 mil computadores e os resultados, finalmente quantitativos, são impressionantes.
- US$ 650 Bilhões jogados no lixo por “produtividade desperdiçada” (vagabundagem tech)
- 50 checagens de e-mail por dia, por pessoa
- 77 papinhos no Messenger por dia, por pessoa
- 40 sites por dia, por pessoa
Parece que finalmente os números começam a provar o que a gente constata olhando para o lado: muita gente ocupada, pouca gente produzindo de fato. Nada contra o ócio criativo, mas isso não tem nada a ver com e-mails, messenger, etc.
(por Adriana Salles via Area 3)Não tem um dia sequer que eu saia de carro em São Paulo em que não veja alguém em outro carro jogar lixo na rua. E os carros são tanto de “pobre” quanto de “rico”. Uma vez vi um sujeito num Jaguar abrir o vidro e jogar um saquinho daqueles “pra” viagem do McDonald’s cheinho, indecente, saindo do Shopping Jardim Sul.Eu tento todas as estratégias de reação: das agressivas (buzino, olho feio, uma vez gritei “seu porco!”, o que vai totalmente contra a minha índole) às gentis (como descer do meu carro, ir bater na janela do dito cujo e dizer “acho que isso caiu do seu carro”). Raramente vejo as pessoas constrangidas; elas ficam é bravas com a intromissão.Por isso, pergunto à turma do Área 3: existe algum site em que a gente possa registrar as placas dos automóveis que sujam a cidade? O meu mais recente eu anotei, pensando neste post: era um Voyage branco, BHE 093_, num cruzamento da rodovia Raposo Tavares. Sei que parece meio big brother, nazistalinista, limitação das liberdades individuais etc., mas a liberdade individual também deve respeitar o coletivo, puxa vida. O cara desse Voyage que jogou papel na rua vai entupir o bueiro, causar enchente e fazer com que eu e mais milhares de pessoas demoremos duas horas a mais que o usual para chegar em casa ou no trabalho. E não vai levar nem uma multinha.Talvez vocês se perguntem por que não fazer um site dedo-duro para pedestre também. Respondo: além de a identificação ser difícil operacionalmente, o pedestre ainda pode ter a desculpa de que não tem lixeira na rua ou de que ele não tem como carregar o lixo (quando, no carro, é só pendurar o saquinho de lixo no câmbio, né?). De qualquer modo, vejo mais lixo caindo de janela de carro que de mão de pedestre. O que vocês acham? Help!
Amanhã é o último dia para você virar peça de Banco Imobiliário. A ação que começou na última quinta, termina neste domingo, as 5 da tarde. A Estrela criou 3 tabuleiros gigantes no Parque do Ibirapuera (SP) onde os pinos são as próprias pessoas, que também usam dados e cartas gigantes. Tudo para divulgar a nova versão “Sustentável” do jogo, com destaque para temas ecológicos. Veja as outras ações envolvendo o famoso jogo que já passaram por aqui no UoD.
(por Marcelo Tripoli, via UoD)Estou participando do WOMM-U, o congresso anual promovido pela Word of Mouth Marketing Association (Womma)O evento reúne durante 2 dias marqueteiros e publicitários de grandes empresas como Unilever, Dell, Apple e Disney. As apresentações trazem para mesa um tema presente na pauta dos gestores de marketing dos quatro cantos do planeta: Como uma marca pode atingir seus objetivos utilizando ferramentas de marketing boca-a-boca.Me surpreendeu o formato do evento. Existem poucas sessões gerais (as famosas keynote sessions). A maior parte das atividades acontecem em mesas redondas aonde até 12 profissionais orientados por um moderador colocam um tema para discussão e todos são convidados a interagir. Na foto você confere uma destas mesas em ação. Em breve irei compartilhar as principais idéias que estão rolando por aqui.
(por daniel da Hora, via UoD)
Muitas empresas têm utilizado a estética “eco-friendly” de várias formas: às vezes óbvias; às vezes “ok, legal’; poucas vezes excelentes e raríssimas vezes ‘uau!’ A nova linha Adidas Originals de roupa e tênis, cujo nome foi batizado de Grün (o mesmo que green, só que em alemão) tende a ser uma ação do último tipo, pois começa com um conceito diferenciado do lugar-comum neste tipo de approach. A idéia é utilizar matéria-prima reaproveitável em toda a linha, que foi dividida em ‘Made From”, “Recycled” e “Reground”, onde se pode encontrar, na composição das roupas, desde semente de girassol, passando por fibra da folha de maconha e fibra de bambu, chegando a soja misturada com algodão. Junto a isso, unem-se ações de guerrilha como o filme abaixo, espécie de divulgação da estratégia da campanha, além de contar também com peças de intervenção e mobiliário urbano, instalações artísticas e peças para outdoor com plantas de verdade.
Mais informação aqui (em alemão).
A famosa e sempre charmosa Penguin está trazendo para o ambiente digital, 6 estórias, de 6 autores, por 6 semanas, numa série especial chamada We Tell Stories. Ao invés do puro e simples texto, as estórias são contadas de um jeito mais interativo. Uma delas, a The 21 Steps, é contada através do Google Maps. Para conferir as 6, o clique é aqui.
(por Regiane Bochichi, via HSM UoD)
Ontem eu tive a oportunidade de conhecer a Embraer por conta de um programa que estamos preparando para a ManagemenTV. Bem, só de entender como se fabrica um avião, a experiência se torna única. Mas mais do que essa curiosidade natural, ver a transformação de uma estatal, quase falida em um das três maiores exportadoras do Brasil é uma aula e tanto! Para ilustrar o que é começar do zero, a Embraer fica na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2170, em São José do Campos. Na época da sua fundação, o lugar era tão ermo que o número da sede é a data de inauguração da empresa, pois não havia nada por lá. Acho que nem Santos Dumont imaginava que um dia teríamos uma indústria de aviação que entregou 170 aeronaves em 2007, tem um carteira de pedido de mais de 20 bilhões e conta com 23.878 funcionários. No ano da privatização, a situação era tão precária que eles tinham fabricados 4 aviões e todas as fichas estavam colocadas em um só modelo: o ERJ 145. Os projetos eram feitos em pranchetas, desenhados a mão. Atualmente, há um Centro de Realidade Virtual - CRV - que dá a visão completa de um novo avião, todos os seus componentes, faz simulações e é um show para encantar qualquer comprador. Na história da companhia, há nomes importantíssimos como Ozires Silva que presidiu a empresa estatal e Maurício Botelho, na qual durante 12 anos de gestão, fez o turnaround da companhia. Ele vai contar essa trajetória na ExpoManagement em novembro. Se você está curioso, leia a entrevista dele na HSM Management e veja o que se pode fazer com planejamento, inovação e acima de tudo sonho. Se tiver 3 milhões na carteira, entre na fila do mais novo projeto da empresa:o Phenom 100. Um modelo de 6 lugares voltado para aviação executiva cuja entrega inicial está marcada para 2012. Quem tem muuuuita bala no cartucho, pode tentar furar a fila!
(por Jorge Carvalho, via HSM UoD)
Joseph Stiglitz, vendedor do prêmio Nobel da Economia, analisa o momento econômico atual no Estados Unidos.
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(por Neto, via UoD)
Tem coisas que merecem todo a nossa atenção. Eu já falei aqui sobre o projeto Amigos para Sempre, do Tico da Bobstore. O projeto continua firme e forte. O Tico lançou uma linha de colares focando a preservação do ambiente, com renda revertida para o Amigos para Sempre. Além disso, confira a exposição de fotos de Marcelo Bormac, dia 16/04, 19h30, no Ateliê Oral, Rua João Lourenço, 564, Vila Nova Conceição, São Paulo. A renda da exposição também vai para o projeto. Um jeito facinho de ajudar.
(por Adriana S. Gomes, via HSM UoD)
Stephen Spinelli é um respeitado professor do Babson College e agora president da Philadelphia University. Já esteve no Brasil como palestrante da HSM, já foi publicado na nossa revista, tem as melhores receitas para empreendedorismo. Mas foi numa troca de e-mails com o Marcelo Cherto que eu me dei realmente conta da genialidade desse homem. Spinelli foi um dos fundadores de uma das maiores redes de oficinas especializadas em serviços “under-car” dos EUA, a Jiffy Lube, que revolucionou o negócio de troca de óleo na década de 1970 naquele país (e hoje conta com mais de 2,2 mil franquias em operação só nos EUA). E ele vendeu o negócio para a Shell com o maior lucro. Até aí morreu Neves. Mas então o Spinelli virou um franqueado Jiffy Lube, gerenciando duas lojas no início e expandindo para 47 lojas hoje, sendo o maior e mais lucrativo franqueado da rede. Não é demais? Ele conseguiu continuar usufruindo o negócio que criou, mas sem o custo de mandar e sem o custo de ser mandado. Além disso, arrumou tempo para dar aulas no Babson College, onde ele conhece um monte de potenciais start-ups todos os dias e pode investir nos novos negócios mais promissores. O cara é a fórmula do empreendedorismo em pessoa!

(por Jorge Carvalho, via HSM UoD)
Acaba de ficar pronto o relatório do Microsoft Research sobre como será a interação entre computadores e humanos no ano 2020. Para baixar clique aqui.
Algumas conclusões:
-Estamos na Era da Mobilidade agora, mas estaremos na Era da Ubiquidade (Onipresença) em 2020 com milhares de computadores por usuário.
-Silicone e material biológico estarão juntos de uma maneira diferente, possibilitando novas formas de inputs e outputs implantáveis em nossos corpos.
-Seremos cada vez mais capazes de usar aparelhos móveis para interagir com objetos no mundo real, esses aparelhos serão como extensões de nossas mãos.
-Robôs serão máquinas autônomas com capacidade de aprender.
-Criaremos ambientes digitais mais customizaveis e personalizados.
-A visão de ter um computador para cada criança no mundo será mais real.
-Sobrarão poucas pessoas no mundo sem acesso a telefones móveis.
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Nosso leitor Henrique Santiago passava pela Av. Funchal e sapecou essa foto que você vê ao lado. Um senhor, cadeirante, que desenvolveu uma espécie de vitrine para expor suas balinhas. Em pé não daria, seria pesado demais. Um belo exemplo não apenas de superação mas de como transformar potenciais desvantagens em reais vantagens. Parabéns ao Henrique pela iniciativa e, se alguém descobrir o nome desse senhor me manda que coloco aqui. UoD!
(por Regianne Bochichi, via HSM UoD)
Esta semana estive por duas vezes no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista e no estacionamento de lá notei um bicicletário. Perguntei ao atendente e ele me disse que era um programa da companhia de seguros Porto Seguro. Bastava apresentar o RG e o cartão de serviço e o usuário poderia usar a bicicleta até às 8 da noite gratuitamente. Achei a iniciativa ousada, a exemplo de vários países do mundo que tem adotado a bike como transporte alternativo, mas pensei: “Andar de bicicleta na Paulista e nos Jardins, não deve ser muito bom”. Pois pelo bem do meio ambiente, me enganei redondamente. Neste domingo, ao estacionar por volta do meio-dia por lá, havia apenas 3 bicicletas disponíveis. Não sei se vai “pegar” no dia-a-dia, mas pelo que vi pelo menos para o lazer a turma já descobriu, testou e aprovou. É uma idéia simples, mas que faz todo a diferença na imagem e nas ações da empresa.
(por Neto, via UoD)
Alex Gabassi dirigiu, para a Lew Lara, para o Banco Real. Lindo.
(por Neto, via UoD)
Stefan Sagmeister é o designer dessa geração. Qual geração? Sei la. Tem isso ainda? Acho que não. Sou diretor de arte de uma era paleolítica. Aprendi que bom mesmo era o Herb Lubalin e que um diretor de arte completo deveria trabalhar com número limitado de fontes de letra em sua carreira, para “ser consistente”. Mas isso foi em 1982 e o design gráfico virou de ponta cabeça de lá pra cá. Uma pilha de diretores de arte e designers remodelaram o que se está impresso hoje. De Phillipe Starck, Neville Brody, David Carson até David LaChapelle e Sagmeister foi um longo e sujo caminho. Ontem chegaram no Brasil algumas cópias de Things I Have Learned in My Life so Far, de Sagmeister [desculpe o link da Amazon…não achei no Brasil, mas procurem porque tem]. O livro mostra trabalhos que parecem impublicáveis, como essa imagem que ilustra o post. O já clássico poster que Sagmeister fez “cortando” o texto no corpo de seu assistente. Parece maluquice, como foi com os que o precederam. Mas já, já, está no mainstream e num anúncio perto de você. É sempre assim. Depois do jump, Sagmeister, no TED de 2007 2004.
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