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Arquivo do autor Anderson Moura

Tênis reciclado da Nike

Nike Trash Uma ótima sacada da Nike. Eles criaram um modelo de tênis inteiramente feito com material reaproveitado, reciclado das sobras de outros tênis fabricados. É o Nike Trash (na foto ao lado). A idéia veio de uma parceria com Steve Nash, jogador de basquete da NBA, pelo Phoenix Suns. O Trash foi feito a partir de um modelo que Nash usava.

Tudo isso faz parte da iniciativa de sustentabilidade dos produtos da marca, muito bem posicionada e com metas até 2011 para ter todos seus tênis, de alguma forma, ecologicamente sustentáveis. Espero sinceramente que não seja só no discurso, uma vez que a Nike tenta se desassociar do estigma de empresa ligada ao trabalho escravo infantil.

A Nike não é a única fabricante de tênis a fazer algo parecido. Vide Adidas e Converse. Pode ser uma tendência? É cedo para dizer, mas uma pequena moda pode aparecer dependendo do que os consumidores acharem da qualidade (conforto + durabilidade) do tênis.

(via joaninha =D)

Pedala e filtra!

A bicicleta AquaductConheçam a Aquaduct, a bicicleta que filtra água enquanto você pedala!

A Aquaduct foi criada para circular em países onde a água potável é escassa. Por enquanto é só um conceito inventado pelo Aquaduct Team para o concurso Innovate or Die. Mas é uma idéia bacana, não?

(via Digital Drops)

Oficinas de Sustentabilidade abertas ao público

Pessoal, criamos turmas especiais das nossas oficinas de sustentabilidade para o público externo. Essas oficinas já são comuns aqui dentro, mas agora todos podem participar (mesmo que você seja ou não cliente do Banco).

Se você se interessa pelo tema e quer participar, basta fazer sua inscrição pelo e-mail praticas@br.abnamro.com, enviando as seguintes informações:

  • Nome completo;
  • CPF;
  • E-mail;
  • Relacionamento com o Banco (diga se você é cliente Pessoa Física/Jurídica, fornecedor, representante de ONG, acionista ou não-cliente. Caso você seja nosso cliente, por favor inclua o número de sua agência).

As próximas datas das oficinas são: 30/01, 29/02 e 28/03, sempre das 8h30 às 18h, e acontecem no nosso edifício sede: Av. Paulista, 1374, 4º andar (Academia).

Mais detalhes no nosso Portal de Sustentabilidade.

Tecnologia e sustentabilidade: dá samba?

http://www.flickr.com/photos/isnow/148313204/Uma das discussões mais ferverosas na internet é o quanto podermos ter uma vida sustentável dependendo de tanta tecnologia. Afinal, o computador (ou dispositivo móvel) no qual você está lendo este texto consome energia de algum lugar. Fora a força necessária para mover servidores, data centers e prédios administrativos mundo afora, que garantem a operabilidade dos sites em que você navega. A indústria de TI utiliza substâncias perigosas e não recicláveis durante o ciclo de produção dos computadores. E com o barateamento das máquinas, as vendas crescem. Em conseqüência, aumenta o consumo de energia elétrica, muitas vezes gerada por fontes não-renováveis.

Já parou pra pensar? Não é pra se sentir culpado, mas leva a reflexão. O crescimento da internet é inevitável. Só em 2006 o volume de informação digital criado em todo o mundo foi de 161 exabytes ou 161 bilhões de gigabytes, o que é maior do que todos os livros já escritos. E no Brasil tivemos 37 milhões de internautas, um crescimento de 12% comparado a 2006. Mesmo com a eletricidade se tornando uma alternativa ao consumo de combustível orgânico, por exemplo, é mais um recurso sendo consumido à exaustão e agredindo o meio ambiente.

Mesmo com esse cenário, uma das tendências de 2008 pode ser um “hype” da sustentabilidade. E isso será empurrado principalmente pelos avanços tecnológicos que chegam ao mercado. E segundo o relatório do Trend Watching, produtos ecologicamente corretos deixarão de ser mal vistos e serão moda graças a consumidores mais conscientes. Vai ser “cool” usar algo sustentável.

Continue reading ‘Tecnologia e sustentabilidade: dá samba?’

Eco Power Conference

eco_power_conference.gif

Começa amanhã, em Florianópolis, o Eco Power Conference. Será um fórum que vai discutir energia renovável e sustentabilidade, com participações nacionais e internacionais. Serão quatro grandes conferências, 18 painéis e cerca de 130 palestrantes de renome internacional. Gente de calibre, como Muhammad Yunus, Prêmio Nobel da Paz de 2006 e muitos outros. Alguns dos temas que serão abordados:

  • o etanol e biocombustíveis, como produzir sem comprometer o uso das terras para a produção de alimentos;
  • empresa verde x balanço azul, como incentivar padrões responsáveis de consumo;
  • novas tecnologias para o uso de carvão limpo que não afetam o meio ambiente;
  • fontes de financiamento para a energia renovável e matéria orgânica na geração de energia.

O legal desses eventos acontecerem por aqui é a repercussão nacional que acontece bem no meio do boom das discussõs sobre sustentabilidade no mercado. Agora os negócios sustentáveis não são mais uma utopia, portanto, as discussões estão em um nível muito alto de qualidade. Bom para o meio ambiente e todos que usufruem dele.

Ah, estaremos lá no Eco Power. Fabio Barbosa (presidente do Banco) e Fernando Martins (diretor de Estratégia da Marca) serão painelistas.

Bem-vindo à Energy Ville

Tela do site

Vocês já viram o joguinho Energy Ville? Nele, você aprende os conceitos básicos de sustentatibilidade e energia limpa num jogo em estilo SimCity: entre, crie sua cidade e comece a energizar as casas, indústrias, prédios comerciais. Ao longo do jogo você aprende o quanto de impacto econômico e ambiental está causando e qual tipo de energia é mais segura.

O jogo está dentro do site Will you Join Us, criado pela companhia de energia Chevron e o jornal The Economist. A campanha está dentro de um ambiente colaborativo que mistura jogos e um belíssimo painel de opiniões sobre sustentabilidade e energia elétrica. Tudo que você resolve dentro do jogo pode ser discutido em fóruns dentro do próprio site.

É uma grande sacada. Esses games são bem lúdicos e levam uma informação antes muito densa e complexa a um patamar de entendimento e alcance bem geral.

Aqui no Banco criamos uma animação interativa para demonstrar como tornar sua casa ou seu trabalho espaços mais sustentáveis. Veja só.

(dica do site via Mauro Amaral)

Audiolivros: consuma informação de forma ecológica

audiobook-blog.jpgHoje de manhã li algumas dicas interessantes do blog do Steve Rubel para consumir informação e colaborar com o meio ambiente. A que mais me chamou a atenção foi o uso dos audiobooks (livros em áudio).  Rubel comenta que lê em média uns 50 livros por ano, e tem feito uma troca gradual para os audiobooks que ele compra na Audible.com ou via loja do iTunes. E ouve os livros no seu iPod ou outro MP3 player.

Não sei se você notou, mas o índice de audiobooks nas livrarias já não é tão pequeno quanto antes. Os ‘livros falados’ estão ficando famosos por vários fatores:

  • Não dá pra carregar todos os livros que queremos ler na bolsa ou na mochila. Vários audiobooks em MP3 resolvem isso.
  • Áudio é garantia de acessibilidade para quem tem deficiência visual.
  • Praticidade: dá pra ouvir em qualquer lugar a qualquer momento.
  • Dimunição do consumo de papel pra tanto calhamaço de livro.

Parece um exagero este último fator, mas levemos em conta que cada vez mais o formato digital está no nosso cotidiano para a diminuição do consumo de recursos naturais. E independente do formato saboroso da leitura de livros (que nunca vai sair de moda), o audiobook é apenas uma opção, e não a substituição.

Lá fora o uso do audiobook é mais difundido. Mas aqui no Brasil alguns bestsellers já tem sua versão em áudio, como O Monge e o Executivo e O Caçador de Pipas. E no blog FalaBonito tem uma coleção de audiolivros bacanas em português.

Intercon 2007: guerrilha e viral nos tempos de internet

Intercon 2007

Neste fim-de-semana participei do InterCon 2007. O evento é um panorama sobre as principais tendências do mercado de internet e marketing digital. E levou pra lá muitas cabeças pensantes da web brasileira.

A caneta distribu�da no evento, feita de papel reciclado.

Participei cobrindo a primeira palestra sobre Guerrilha e Viral nos tempos de Internet, com Gustavo Fortes, da agência Espalhe. Junto comigo estava outro blogueiro, o Getulio Marques, do Vale9conto.

Para quem não sabe, marketing de guerrilha é uma categoria do marketing que trabalha com outras mídias que não sejam as habituais. Na maioria das vezes tem um baixo orçamento à disposição e se espalha rapidamente com a viralização, o boca-a-boca e divulgação em redes sociais.

Gustavo começou falando de como o crowdsourcing e outsourcing revolucionaram o conteúdo criado pelo usuário. E apontou falhas no mercado publicitário em tardar a entender esse fenômeno. “O discurso da propaganda está falho. A propaganda diz que (o produto anunciado) é melhor, mas qual a referência? Esse discurso não funciona mais com a existência da internet”, declarou.

Gustavo também explicou melhor o conceito de marketing de guerrilha: “Eu acredito no conceito de guerrilha bélica: pequenos grupos com poucas armas mas um profundo conhecimento do campo de batalha. Trazendo isso pro marketing, a inovação e a criatividade vem junto.” Mas gerar barulho por barulho, somente? “Tem muito barulho sendo gerado, mas é melhor gerar um barulho diferente, que faça as pessoas prestar atenção. Nosso negócio é gerar esse boca-a-boca”.

Gustavo Fortes

Fortes explicou os dois tipos de boca-a-boca que permeiam hoje: o natural e o amplificado. “O natural é um conceito revolucionário. O Skype é um exemplo claro: lançado em agosto de 2003, nunca fez uma única propaganda e tem hoje 220 milhões de usuários ativos. E o amplificado é aquele gerado para se espalhar. Como a Daspu, por exemplo, que nasceu com uma divulgação de baixo custo e criação do nome vinculada à uma marca famosa, em plena época de SP Fashion Week”.

Vários cases da agência Espalhe foram apresentados. Entre eles o “Eu Sou da Lapa” , a excursão da geladeira mágica (muito legal, alguém viu na TV?) e o blog Ócio 2007. Todos eles com baixos orçamentos e muita mídia espontânea.

Gustavo respondeu algumas perguntas: Como achar o diferencial num mercado com potencial tão grande quanto esse? “Você tem que pensar coisas novas que façam gerar o boca-a-boca, e não repetir viralzinho que já foi visto. A mensagem precisa ter relevância e verossimilhança.” E demanda, existe? “Sim, e como! Já tem uma demanda vindo de grandes empresas. Antigamente era muito difícil vender o conceito, hoje é mais fácil.”

PS: Aqui no Banco fizemos uma ação nos moldes do marketing viral para o programa Real Universitário, que teve uma boa resposta do público.

Pode acontecer do buzz gerado sair do controle? “Pode, mas com relacionamento você resolve. Uma ferramenta para isso são os blogs corporativos e a moderação adequada de comunidades virtuais.” E com tanto marketing viral por aí, não pode acontecer das pessoas criarem ‘vacinas’, ou anticorpos para não se deixarem levar pela mensagem viral? “Por isso é preciso ser criativo e pensar em boas ações. Se a idéia for boa, eles falam. E tem que ser autêntico. As pessoas têm que gostar da sua mensagem para participar.”

É isso. Outras impressões sobre o evento? Tem sim senhor:

  • Não postei no blog antes porque não era a ferramenta ideal para fazer isso. Descobri que o Twitter, um microblog com portabilidade 100% era a melhor ferramenta para updates rápidos. E foi lá que cobri a palestra.
  • E o Twitter foi a grande vedete do evento. Pessoas se falavam toda hora por ele, através de posts via notebook, smartphone ou celular. Serviu até para organizar o happy hour pós-evento ;)
  • Um dos compromissos fortes do evento foi com o meio ambiente. Logo na entrada se via que a maioria do material distribuído no evento era feito de papel reciclado. Inclusive as canetas e os blocos de anotações. Além disso, a cada inscrição feita os organizadores prometaram plantar uma nova árvore. Iniciativas bacanas.
  • A primeira ação ‘offline’ da Camiseteria, loja online de camisetas customizadas do grande Fábio Seixas, fez muito sucesso.

Outros blogueiros também cobriram o evento e demais palestras. Veja só alguns deles:

E outras fotos do evento estão no Flickr. É só procurar.

Manifeste-se sobre seu seguro

No site britânico Zuzzid você pode compartilhar com os demais usuários suas experiências (boas ou ruins) sobre seguros, de qualquer espécie. Pode rankear a seguradora, falar sobre o serviço prestado e ainda conferir qual a média de preço das principais categorias. Cada vez mais a web vira a ouvidoria não-oficial das empresas e se consolida como fonte de pesquisa para quem quer adquirir opiniões sobre produtos/serviços.

Maquininhas de rua funcionam com energia solar

Máquinas com teto solarLegal a idéia da empresa Solar Vending: máquinas de rua (dessas que vendem livros, refrigerantes, etc) que funcionam com energia solar. De dia a energia é acumulada e processada, e de noite a máquina funciona com uma bateria recarregável.

(via Springwise)

Ganha, ganha, ganha

Você já viu o nosso novo anúncio na TV?

Nesta propaganda, mostramos um novo aspecto do nosso conceito de sustentabilidade. Para nós, um negócio só é bom quando todos saem ganhando. E isso ditou a linguagem que usamos para falar de nossas iniciativas ao longo dos anos.

Interessante, não? :)

E o que você achou do anúncio? Comente!

Mensagem de Bob Dylan

Para brincar com o clássico clipe de Bob Dylan, Subterranean Homesick Blues, a Ten4Design criou uma ação onde qualquer um pode mexer na mensagem que Dylan traz no vídeo.

Veja a mensagem de Dylan para nossos leitores.

Ótima idéia. Usa a personalização para dar “poder” aos fãs de Bob Dylan e fortalecer a divulgação da sua nova coletânea, que será lançada em Outubro.

(via Sim Viral)

Você está satisfeito?

Imagine, por exemplo, que seu pendrive da SanDisk não está tão bom quanto o anúncio entregava. Quer reclamar sobre isso? Entre no site Satisfaction. Lá, no espaço da marca SanDisk, veja o que estão discutindo, abra um tópico sobre seu pen drive e bote a boca no trombone.

Nesse site, lançado recentemente, a ídeia é permitir que consumidores entrem em contato direto com outros consumidores atráves de áreas destinadas a cada empresa/serviço. O diferencial é que as empresas que estão lá têm uma parceria com o site, e estão olhando de perto todas as discussões, podendo intervir para esclarecer ou mesmo responder a uma reclamação.

Qualquer um pode participar comentando, como numa conversação em blogs e/ou fóruns. Mande sugestões, reclamações, ou apenas bata papo com quem tem um pen drive. Por enquanto, há 268 empresas participando, e alguns nomes de peso como Apple, Target, Oracle, Facebook, AT&T, Adobe, Coca-Cola, entre outros.

De certa forma isso já acontecia em fóruns na internet, mas agora as empresas têm um monitoramento mais fiel da marca e do feedback de seus consumidores.

É a ouvidoria na web 2.0.

(via TechCrunch)

Blogosfera em debate

Atrasado, mas lá vai. No mês passado, participei de um debate sobre blogs corporativos. Várias pessoas especialistas em comunicação corporativa e blogs deram suas opiniões. Foi um ‘esquenta’ para um encontro de blogueiros em São Paulo, o BlogCamp, que reuniu a nata da blogosfera (rede de blogs) brasileira.

Outros temas debatidos sobre blogs:

Você sabe o que é crowdfunding?

“Eu apóio essa banda!!”Muitos artistas independentes reclamam de como é difícil conseguir contratos com as grandes gravadoras. O sonho de ser uma estrela da música sempre parece mais distante conforme o tempo passa. Mas pode ser que os artistas estejam procurando investimentos no lugar errado. Por que não buscar patrocínio… com os próprios fãs?

É o que acontece no site Sellaband. Se você é um artista, cadastre-se, mostre sua demo e convide seus fãs para que eles façam doações. O montante arrecadado servirá para que o site faça a gravação e produção do seu primeiro álbum. As músicas serão distribuídas para download no próprio site, e você ganha por cada música baixada.

Ou se você é apenas alguém que gosta de música, pode procurar bandas de seu interesse no site e financiar o sonho delas com até 10 dólares. Até agora, 6 bandas já conseguiram gravar seu primeiro álbum só com as doações do site.

Isso é crowdfunding puro.

Hein?

Calma, vamos lá: crowdfunding é uma derivação do crowdsourcing, modelo de operação onde o trabalho é descentralizado dos donos do processo e várias pessoas passam a contribuir com um ideal em comum. Um exemplo é o trabalho com o desenvolvimento do sistema Linux, onde vários colaboradores trabalham em diversos locais do mundo melhorando uma ferramenta de código aberto. É a ‘multidão’ mostrando a força da inteligência coletiva, e apontando onde empresas e indivíduos ainda não chegaram.

Nesse caso, o crowdfunding traz a colaboração à essência da economia de doação: eu sei para quem estou dando (ou trocando) algo, e por isso crio uma relação de confiança com essa pessoa. Bem diferente da economia de mercado atual, onde eu compro algo de alguém e a relação acaba aí. No caso do Sellaband, os 10 dólares de cada fã são a prova de que cada doador acredita na sua banda preferida, quer ver ela chegar longe. E as bandas ainda podem se comunicar diretamente com os fãs, estreitando a relação. É a ‘multidão’ financiando diretamente um sonho, uma idéia, sem intermediários.

O conceito não se aplica somente às redes sociais de música: no site Prosper, por exemplo, os americanos podem emprestar quantias para qualquer um que se cadastre lá e dê um motivo justificável para receber esse dinheiro: pagar as dívidas, financiar os estudos, comprar uma guitarra nova… e com a taxa de juros definida por quem emprestou (só lembrando que no Brasil esse modelo de negócio não vinga, por caracterizar agiotagem).

Outra iniciativa é o site A Swarm of Angels. Eles estão coletando 1 milhão de libras para realizar um filme independente e deixar para download para os membros do site.

É uma reviravolta e tanto nos modelos de negócio atuais. Imagine isso em maiores proporções. No futuro, pode ser que não hajam mais intermediários entre os negócios financeiros. É uma mudança de paradigma gritante. Por isso o modelo ainda não está completamente disseminado: faltam iniciativas de impacto que justifiquem essa nova tendência. Mas ela existe, está ai, e promete fazer bem mais barulho do que as bandas do Sellaband.

E você, o que acha? Tem algum exemplo de crowdfunding que você lembrou agora?





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