Seja Bem Vindo(a) ao Blog do Banco Real.

Arquivo para August, 2007

Comunicação

Duas peças de comunicação muito boas, com um ótimo uso do ambiente.

A primeira é uma série de posters para promover o zoológico do Bronx.

a segunda, para promover uma peça de teatro baseada no livro “Spirit of Harlem”, famoso bairro de NY e um dos berços da cultura negra norte-americana.

Como ser sustentável no dia-a-dia

Essa é uma daquelas coisas tão óbvias que, se ninguem tivesse me contado, eu nunca teria pensado.
Como diminuir o consumo de papel? Simples, mude as margens dos documentos de word.
As margens do word, normalmente, estão programadas para mais ou menos 3 cm, e é possível diminuir para quase 1,5cm… de cada lado.
Isso pode parecer pouca coisa em uma página, mas imagine o impacto disso em uma grande empresa, com algumas milhares de páginas impressas.
Existe, inclusive, uma petição online para que a microsoft mude o padrão das margens do word.

É ou não uma coisa óbvia?

Teodoro Sampaio (SP) ganha lembrete na Calçada

Achei muito legal essa ação de guerrilha pra lembrar a falta que faz uma calçada rebaixada para deficientes. É de guerrilha mesmo porque ninguém assina, e não sei quem é o autor, só sei que é o que muita gente tem vontade fazer.

Mais fotos aqui, aqui e aqui.

Via Soninha.

Um Cartão Só

(Tks Walter Longo via Updaters)

O iCache é um daqueles gadgets que quando conhecido dá uma sensação que é impossível viver sem ele dali para a frente. Principalmente para quem tem dois problemas simultâneos: muitos cartões de crédito e viver num país com problemas de segurança. Nesse aparelho que cabe na carteira, você registra todos os seus cartões de crédito, débito, fidelidade e milhagem e deixa todos eles em casa. Quando você chega no ponto de venda, clica em que operadora quer debitar a despesa ou registrar as milhas, põe seu polegar direito no leitor ótico e pronto: aquele unico cartão se tranformou no seu escolhido. Após a transação ele volta a ficar virgem de novo. Parece mágica, mas deve ser o mesmo princípio tecnológico do “chupa-cabra” que estamos utilizando para usar o iPhone com operadoras locais.

Você sabe o que é crowdfunding?

“Eu apóio essa banda!!”Muitos artistas independentes reclamam de como é difícil conseguir contratos com as grandes gravadoras. O sonho de ser uma estrela da música sempre parece mais distante conforme o tempo passa. Mas pode ser que os artistas estejam procurando investimentos no lugar errado. Por que não buscar patrocínio… com os próprios fãs?

É o que acontece no site Sellaband. Se você é um artista, cadastre-se, mostre sua demo e convide seus fãs para que eles façam doações. O montante arrecadado servirá para que o site faça a gravação e produção do seu primeiro álbum. As músicas serão distribuídas para download no próprio site, e você ganha por cada música baixada.

Ou se você é apenas alguém que gosta de música, pode procurar bandas de seu interesse no site e financiar o sonho delas com até 10 dólares. Até agora, 6 bandas já conseguiram gravar seu primeiro álbum só com as doações do site.

Isso é crowdfunding puro.

Hein?

Calma, vamos lá: crowdfunding é uma derivação do crowdsourcing, modelo de operação onde o trabalho é descentralizado dos donos do processo e várias pessoas passam a contribuir com um ideal em comum. Um exemplo é o trabalho com o desenvolvimento do sistema Linux, onde vários colaboradores trabalham em diversos locais do mundo melhorando uma ferramenta de código aberto. É a ‘multidão’ mostrando a força da inteligência coletiva, e apontando onde empresas e indivíduos ainda não chegaram.

Nesse caso, o crowdfunding traz a colaboração à essência da economia de doação: eu sei para quem estou dando (ou trocando) algo, e por isso crio uma relação de confiança com essa pessoa. Bem diferente da economia de mercado atual, onde eu compro algo de alguém e a relação acaba aí. No caso do Sellaband, os 10 dólares de cada fã são a prova de que cada doador acredita na sua banda preferida, quer ver ela chegar longe. E as bandas ainda podem se comunicar diretamente com os fãs, estreitando a relação. É a ‘multidão’ financiando diretamente um sonho, uma idéia, sem intermediários.

O conceito não se aplica somente às redes sociais de música: no site Prosper, por exemplo, os americanos podem emprestar quantias para qualquer um que se cadastre lá e dê um motivo justificável para receber esse dinheiro: pagar as dívidas, financiar os estudos, comprar uma guitarra nova… e com a taxa de juros definida por quem emprestou (só lembrando que no Brasil esse modelo de negócio não vinga, por caracterizar agiotagem).

Outra iniciativa é o site A Swarm of Angels. Eles estão coletando 1 milhão de libras para realizar um filme independente e deixar para download para os membros do site.

É uma reviravolta e tanto nos modelos de negócio atuais. Imagine isso em maiores proporções. No futuro, pode ser que não hajam mais intermediários entre os negócios financeiros. É uma mudança de paradigma gritante. Por isso o modelo ainda não está completamente disseminado: faltam iniciativas de impacto que justifiquem essa nova tendência. Mas ela existe, está ai, e promete fazer bem mais barulho do que as bandas do Sellaband.

E você, o que acha? Tem algum exemplo de crowdfunding que você lembrou agora?

Billboard House

   

Um grupo de arquitetos poloneses Front_Architects criou esse projeto de casa outdoor.

Não consegui achar nenhuma informação técnica sobre o projeto, se alguem conseguir, por favor inclua nos comentários…

mais imagens aqui

Bola de Cristal acompanha Bolsa de valores

Tks Marcelo Germano (texto via Y&R/Updaters)

A ‘Ambient Orb’ é o mais novo jeito de acompanhar a bolsa de valores. É uma lâmpada de vidro que esverdeia quando a bolsa está em alta e avermelha quando ela está em baixa. Isso sem precisar de assinatura mensal, internet ou computador. Somente através de wireless. Por enquanto só está disponível nos Estados Unidos.

Há duas semanas atrás ela teria poupado o dinheiro de muita gente. Se bem que ela ainda não prevê o futuro…

Faixa de pedestres

Ótima ação para a liquidação do shopping de curitiba.

Real Universitário: quer apostar?

Imagem do hotsite da campanha

Você já viu a nova campanha online do segmento Real Universitário?

O conceito desta campanha, que abrange vários veículos de mídia, partiu da seguinte premissa: os jovens fazem lá as suas loucuras, mas isso não significa que não tenham um lado mais sério e responsável. Por isso, nós investimos neles e os valorizamos, oferecendo apoio nesse momento de vida e lhes dando crédito e benefícios diferenciados.

A versão online da campanha é baseada em um hotsite e em peças teaser veiculadas nos principais portais do país. Com forte apelo visual, as peças aguçam a curiosidade e aprofundam o conceito da campanha.

Acesse o hotsite: www.bancoreal.com.br/queroapostar. Interaja, aposte e ajude a divulgar!

O mapa da notícia

Direto do Blog do Tiago Dória:

“O site em si tem uma interface terrível, mas possui alguns recursos que merecem ser comentados. É o NewsExplorer, um agregador de notícias desenvolvido a pedido da Comissão Européia [a mesma que achou o Ponto G do YouTube]. Conheci o endereço por meio do DataMining.

Em vez da classificação por editoria [Brasil, Mundo, Cultura], as notícias são organizadas por localização geográfica. Você vai lá no mapa [é integrado ao Google Earth] e clica nas matérias relacionadas a uma região.

O interessante, no entanto, são os relacionamentos que ele faz com os textos noticiosos. Ao clicar em uma notícia, você confere outros textos em que as pessoas citadas na matéria aparecem.

De quebra, fornece um mapa com a relação de uma pessoa citada em uma notícia com empresas e outras personalidades. No final, a ferramenta consegue fornecer caminhos interessantes para o leitor contextualizar as informações.

Como exemplo, confira o mapa de relacionamentos de George Bush. E aqui o News Explorer.”

Um ônibus, uma oportunidade, um sonho

Um esboço do projeto Busvertiso, de Mody JabarMody Jabar é um jovem iraquiano de 19 anos que vive na Espanha. E ele tem uma idéia interessante: o Busvertiso, um ônibus customizado com 20 telões de alta definição, que viajará por 100 cidades americanas. Os telões, além de passarem filmes e jogos (consoles de Xbox 360 cuidam da diversão) a cada parada, também exibirão propagandas de anunciantes que comprarem o espaço de Jabar a apenas US$ 450! O pagamento dos anúncios servirá para construção do ônibus, que começa o tour em 2008.

É uma forma interessante de mídia alternativa: pode atrair desde anunciantes de baixo poder aquisitivo até empresas interessadas em segmentação regional, já que o espaço pode ser comprado para uma cidade específica do tour (há um máximo de 39 anúncios para cada cidade). E apesar da contratação ser feita pelo site, o anunciante não precisa ter um endereço na web. Pelo contrário: Jabar também cria um site para o anunciante, hospeda em servidores próprios e divulga no site da ação. Todo esse adicional está incluído no preço.

Mais interessante ainda é a história de Jabar. A idéia do projeto surgiu depois que um de seus irmãos foi morto por milícias iraquianas e sua irmã desenvolveu uma infecção aguda. Jabar, então, trabalha para tirar a família do Iraque, e o ônibus será uma forma de arrecadar dinheiro para isso.

“Quero tentar melhorar o mundo ao meu redor, e percebi que a melhor forma de fazer isso é oferecer algo de real valor.”

(via AdFreak e PRWeb)

Alugue uma bicicleta

Este é o Bike Dispenser, modelo da Springtime - Fonte: DivulgaçãoExiste uma demanda por aluguel de bicicletas públicas na Europa. Faz parte de uma busca das autoridades locais por alternativas ao trânsito e combate à poluição. E já estão aparecendo empresas especializadas nisso. Uma máquina criada na Holanda (país com tradição em políticas públicas para bicicletas) pela Springtime funciona como uma ‘vending machine’ para aluguel de bicicletas (como uma máquina de doces que, em vez do chocolate, entrega uma bicicleta). Todas as bikes são equipadas com chips de rastreamento RFID, o que facilita a devolução. O projeto foi um dos ganhadores no Spark Design & Architecture Awards deste ano.

Aliás, o aluguel de bicicletas públicas é uma das manias deste verão europeu. Em Paris, por exemplo, funciona um serviço que coloca à disposição 10 mil magrelas por 750 pontos na cidade. E por aproximadamente 1 Euro por dia, qualquer um pode pegar uma, andar e devolvê-la em um dos pontos. A coisa fez tanto sucesso que as autoridades já falam em dobrar o número de bicicletas públicas e pontos de aluguel até o fim do ano.

No Brasil, existem algumas iniciativas isoladas. Em São Paulo, o projeto Sampa Bikers aluga bikes, mas apenas para as competições e passeios organizados por eles. E o preço ainda não é convidativo: R$ 100 por dia, com descontos para cada dia a mais.

Alguém conhece outra iniciativa por aqui?

(via Revista Época, TrendHunter, Google)

“Mash-up” - 2°dia Digital Age 2.0

outro relato da Dani Cutlip sobre o Digital age 2.0

“Falou-se muito no conceito “Mash-up” e acredito que João Bôscoli o significou de maneira bem simples: “em um projeto entre a Trama e TV Cultura, serão disponibilizados (na web) conteúdos e imagens “brutas” para o consumidor usar, mexer e devolver de maneira diferente, da maneira como ele acha legal. Hoje, a web é isso.”

A primeira palestra foi bem interessante e objetiva e acho que, por enquanto, a mais legal.

Joseph Crump: diretor executivo de criação da Avenue A/Razorfish

Pessoal, vale a pena visitar o site da agência: www.razorfish.com
Um dado muito curioso, a equipe da agência (principalmente o atendimento e planejamento) é formada por etnógrafos e alguns estudam antropologia. Eles estão lá para atender a uma necessidade humana. Não é ótimo?

The Evolution & Mutation of Brands (and people)
O cenário das marcas muda mais rápido do que antes. Se hoje você fizer uma busca sobre Brand na Amazon, o resultado será nada menos do que 240.000 livros sobre o assunto. A situação para as marcas hoje é muito confusa, nascem marcas e morrem marcas com uma velocidade incrível.

Digital Branding:
1: Os consumidores estão em controle da situação (todas as palestras falam sobre este mesmo assunto). As marcas sofrem um processo de mutação brutal e inconveniente. O que aconteceria se os seus clientes colocassem sua marca em um liquidificador? Qual seria a sua reação? Hoje, eles são os líderes e precisamos promovê-los.
2: Banda Larga: foi certamente a maior onda de inovação, mudou tudo, principalmente o comportamento humano. É uma conexão ultra-veloz.
3: Lealdade à marca: a lealdade está caindo e as pessoas mudam de marcas na menor provocação, somente sendo novo e renovador pode funcionar. O cliente pode nunca mais ser leal a sua marca, o que você fez hoje não vale para o amanhã. Na web, o amanhã já é um novo mundo.
4: All brands are Digital Brands: a marca Dove não vende sabonetes na web, pensem nisso. A campanha feita para a marca é uma campanha viral e de forte impacto e em nenhum momento vende algum produto. Eles conseguiram reinventar as regras.
5: O website tem que ser fantástico! O usuário toma uma decisão em segundos, ao piscar dos olhos, as impressões sobre a credibilidade da sua marca e a usabilidade são determinadas em 50 milionésimos de segundos. Julgamentos relevantes estão sendo feito em pouco tempo.
6. A web ainda é um bebê. Temos muito o que aprender, não vale a pena copiar e infelizmente vem sofrendo de grande falta de imaginação.

Como sobreviver?
BE: fresh—adaptive—social—transformative—relevant—authentic

Fresh: o seu website torna as pessoas felizes? É um território novo? O cliente não resiste a se engajar nesta marca? É vivo?
Adaptive: será que sua marca responde e reage ao envolvimento do cliente? Quão flexível ela é? Existe um diálogo em tempo real com a marca? Ela está presente nos “cantinhos” da internet para engajar seus usuários?
Relevant: sua marca é útil ou atraente para clientes específicos? Quão flexível é para a “Ana”, para o “Marcos”, etc? Como se encaixa no resto da sua vida? “Uma marca relevante vai ajudar você a saber que você perdeu seu cartão de crédito antes mesmo de você ligar para a operadora e avisar”.
Transformative: permite a você fazer algo de novo e simples? Oferecem serviços mais fáceis? Vc consegue compreender a experiência digital que vc tem com a marca?
Social: será que os usuários contribuem com a sua marca? A experiência de marca é boa o suficiente para que ele possa compartilhar com os amigos? Os usuários criam juntos? Ela engaja em uma conversa tão interessante que eles não podem pensar em largar a sua marca?
Authentic: Sua marca é autêntica? Verdadeira? Quais são as suas crenças reais da sua empresa e da sua cultura? Não é ser crítico e sim ser honesto. Honesto o tempo todo.

10 maiores marcas digitais: (Digital Brand Scorecard):
Filckr
Netflix
Google
Freshdirect
Youtube
Ikea
My space
Nike
Target
Apple

“Crie experiencias que faça o seu cliente perder a noção do tempo. Qual o futuro? O futuro já está aqui, só que está distribuído em desigualdade, evite fazer os mesmos erros, evite copiar idéias.” Joseph Crump”

O mundo mudou. Conecte-se

A Dani Cutlip foi ao “Digital age 2.0″ e mandou dois relatos para nós. aqui vai o primeiro….

“Bem-vindos ao Digital Age 2.0!

1. Martim Lindstrom: autor do livro BRAND Sense e Brandchild – é colunista da Advertising Age.

“Para construirmos um futuro, temos que esquecer o passado”. (Martim)
Dados:
O jovem atual consegue administrar 5,4 canais ao mesmo tempo (sms, game, internet, etc)
O adulto atual consegue administrar somente 1,7 canais ao mesmo tempo e 0,7 deste tempo ele manda mensagens de texto para outro adulto.
Geração jovem nasceu com um mouse na mão, passam 31 horas administrando conteúdo, ou seja, conseguem olhar para muita coisa ao mesmo tempo..
62% das crianças estão online (média mundial).
15% dos jovens preferem mandar uma mensagem ao invés de falar!
Marcas:
SKYPE, a primeira marca a convidar o consumidor a criar a sua logomarca.
My Soda: o consumidor desenha o rótulo do refrigerante
O consumidor tem a sua própria estação de mídia, ele tem o PODER de construir mídia.
As regras para a comunicação digital são diferentes, devemos ser “dramaticamente” diferentes – fazer barulho e depois comunicar através de campanhas.
As marcas devem ser:
- Instant = online, infield (sms), broad (tv, radio) e education (events. etc).
- MSP = ME selling proposition
- Consumer Casting = o consumidor faz a mídia
- Contextual Brand (right massage, right time, right audience)
Ex: Campanha Starbucks: envio de um SMS para pessoas que estavam viajando com os dizeres: “seu amigo está na área!”, outra mensagem em seguida com o mapa de como chegar a uma loja. Chegando na loja o “seu amigo” estava atrás do balcão lhe servindo um café de graça.
- Multi-Task = vários canais ao mesmo tempo: sms, internet, game, etc
- Environment = pensar no mundo e não só em si mesmo.

2. John Battelle: autor do livro The Search
” A web 2.0 é uma plataforma aberta para onde o PIB do mundo pode estabelecer uma empresa!”
“Arquitetura da participação”: os clientes devem construir o valor do seu negócio (eBay), a marca tem uma plataforma aberta e os clientes vêm e fazem daquilo algo de valor.
A busca se tornou a nossa cultura universal, busca é uma interface de conversa.
Sites que crescem mais rapidamente são sites “dialógicos”, sites que permitem conversar com outros sites e entre si (Wikipedia, You Tube). Os usuários vão para onde há diálogo, conversa.
Nova interface e nova cultura = direcionada pelo cliente. O cliente define os parâmetros da relação com a marca!

3. Josh Bernoff: vice-presidente da Forrester Research
1. Ouvir o cliente – comunidades privadas de clientes
2. Falar com o cliente – não gritar através de campanhas (compre Já!). É possível uma conversa através dos vídeos, é possível um envolvimento e entendimento maior.
3. Energizar, estimular o cliente e fazer com que eles divulguem seus produtos, “criadores de rumores”. Quem são os nossos clientes que podem divulgar e fortalecer a nossa marca?
4. Apoiar a sua marca: fazer com que os clientes ajudem a marca. Ex: clientes respondem dúvidas de outros clientes.
5. Abraçá-los e ajudá-los: wikinomics - incluir o cliente no desenvolvimento dos produtos, das estratégias, dos planos e objetivos da sua marca.

Estamos criando uma nova Identidade Digital, onde as comunidades têm um papel fundamental, são fontes de identidade entre os jovens e a sua marca, pois a sua marca pode criar, através das comunidades, uma fonte de confiabilidade em um mundo cada vez mais instável.”

Updater em El Calafate (ARG): Adote uma geleira

Foto1Hoje fui no lado norte do parque dos Glaciares aqui em El Calafate. Além de ficar impressionado com a paisagem deslumbrante, fiquei meio angustiado com as mudanças visíveis do aquecimento.

Para se ter uma idéia, o Glaciar Upsala (foto1) - um dos maiores do parque - reduziu 5kms nos últimos 10 anos. Se continuar nesse ritmo, em 10 anos a gente não vê mais nada.

Nesse outro glaciar (foto 2), um outro exemplo. Dá pra ver direitinho até onde ele ia há pouco tempo.

Resolvi agora adotar uma geleira e acompanhar todo ano como ela anda. Se não der para ir pessoalmente, nesse site vc consegue escolher uma companheira. Guarde a foto e daqui um ano olhe uma foto atualizada (o Google Earth serve). Não vai mudar em nada você guardar isso, mas serve para um parâmetro pessoal do que está acontecendo.

A geleira do UpdatersArea3 vai ser a Upsala. E a sua?





Close
E-mail It